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Esqueceu a Senha?

Capítulos (2 de 3) 04 Sep, 2019

Capitulo 2: Laranja

Indigo Libia é uma cidade grande,164km de extensão, dividida em 4 cantos junto de uma ilha que pertence a cidade, mais de 90mil habitantes, ferrovias de metrô e trem, recantos de luxo, parque central. E no maior centro capitalista está Casto, um dos maiores shoppings da cidade, camisa azul e outra branca por cima, calça jeans preta e tênis que não tem nenhum nome de marca mas com design de corrida olímpica que chama a atenção, roupas recém compradas.

Dinheiro em mãos pede para ser gasto e ele sabia disso procurando pelo essencial para parecer menos com um idoso, ocupado olhando o preço dos consoles fora da loja ele vê um rosto conhecido.

Nagisa: Oh! você é ...O segurança não?

Uma blusa rosa comum, uma saia de couro preta e uma bolsa marrom

Casto: Você é? ...Ah! Me desculpe, me desculpe por tudo que o ocorreu alguns dias atrás, espero que o culpado por tudo seja pego.

Nagisa: Você já esqueceu de mim, mas já prenderam o culpado, talvez você viva em algum tipo de caverna.

Casto: Sim, eu vi a notícia, mas tinha esquecido, desculpe por não saber o seu nome.

Nagisa: Nagisa Hoshio.

Ela estica a mão e dá um longo e sincero sorriso, estranho para a época, para a classe dela e até mesmo para alguém desconhecido como Casto, mas ele aceita e sorri de volta.

Casto: Apenas Casto, não seria melhor você andar com seguranças, sei que é difícil de falar sobre isso mas você deve estar mais segura nessa cidade cheia de lixos...(sussurra) Ou usar uma arma.

Nagisa: Eu sei me cuidar, sou faixa preta em karaté e Taekwondo então posso dizer que não conseguiriam nada de mim e também...

Ela encosta no ouvido dele e fala baixinho.

‘’ - Estou com uma arma na bolsa’’

Depois de voltar a compostura ela estica os braços para baixo enquanto cruza os dedos das mãos.

- Realmente não consigo lembra de nada que aconteceu, mesmo que tente mas já desisti. O meu psicólogo disse que é melhor assim, vai ser melhor para levar o meu cotidiano de forma normal.

Casto: Provavelmente você nem ter memoria daquele momento levando em conta que eles usaram alguma droga em você faz o cérebro entra em uma condição que não guarda os eventos até que o efeito do composto químico ingerido seja-desculpe de novo por colocar o assunto a frente.

Ele curva a cabeça ao notar o que estava falando.

Nagisa: Você está se desculpando demais e sabe demais também.

Casto: Nenhuma desculpa é o bastante!

Nagisa:' "Tá" Vai fazer algo aqui ainda? Esse é melhor shopping da cidade, dá pra encontrar de tudo aqui.

Casto: Não sou o mestre do capitalismo, apenas vou comer alguma coisa no hamburgão do Leôncio.

Nagisa: Posso te seguir até lá?

Casto: Mas que pedido de encontro diferente, por que não? Acredite em mim nada te faz parecer mais só do que comer um hamburger extra grande com suco gelado sem ter outra pessoa sentada na sua mesa.

Nagisa: Entendo perfeitamente.

A lanchonete é do outro lado do shopping, a iluminação dele é ótima e o resfriamento do ar faz o lugar parecer aconchegante, as crianças tem sua área para brincar e os pais se divertem com artigos de grife, joias, tecnologia e até mesmo contéudo audiovisual erótico que Casto queria dar uma olhada se não estivesse com alguém do seu lado. Como forma de ganhar dinheiro extra o gerente permitiu a entrada de cartazes com anúncio e um em específico intriga Casto, características faciais perfeitas, cabelos cacheados loiros, olhos verdes, sorriso limpo e simpatizante, smoking azul de luxo e um visível relógio de ouro. Claro que parte disso foi editado mas o estranho é a mensagem do cartaz.

"Controle de imigrantes para o bem da nossa cidade, nós cuidaremos deles, ofereceremos trabalho, daremos casa e deixaremos que eles se tornem cidadãos de bem."

O cartaz não faz sentido algum, se é algum artigo de roupas de luxo ou uma força comunitária que ajuda imigrantes não fica explicado ao certo.

Casto: Mas que cartaz...diferente.

Nagisa: Você veio de uma caverna mesmo, esse é Jupiter o homem mais rico da cidade e graças a ele o número de imigrantes morrendo ao fazer viagens obrigatórias para cá diminuiu bastante e muitos deles tem a chance de trabalhar e criar sua família por aqui. Ele tá planejando ser prefeito próximo ano.

Casto: É e a mão-de-obra barata aumentou, deve ser assim que ele formou a sua riqueza, foi mal, mas ele é o tipo de pessoa que eu não gostaria de votar.

A placa indica que eles chegaram ‘’Hamburgão do Leôncio’’ Bem movimentado, mas tem uma mesa sobrando.

Nagisa: A gente teve muita sorte de encontrar um lugar, eu sempre pedia comida por entrega.

Casto: Do jeito que a cidade é grande deve chegar frio na sua casa, eu poderia dizer que não a nada melhor que comer direto na lanchonete é melhor, mas não gosto tanto do aglomerado de pess-

Duas pessoas chegam para se sentar na última mesa sobrando, mas eles param e encaram casto por um minuto, um casal jovem. Um homem negro; forte, cavanhaque bem feito, camisa original de algum time de futebol local nas cores azul e vermelho com o número 10 atrás e o nome dele em cima, a garota loira, de olhos castanhos, pele bronzeada, camisa dando valor ao seu busto grande e calças com listras e rasgos no jeans desbotado intencionalmente. Depois eles se sentam e cada lado faz uma cara contraria, o casal tem um sorriso de deboche no rosto enquanto Casto tem um olhar de raiva se segurando para não baixar as sobrancelhas e mantendo a mão apertada embaixo da mesa pois seu punho está ficando roxo. Com uma pesada respiração ele fala primeiro:

Casto: A quanto tempo Roberto e minha ex-namorada, Calisto.

Calisto: Wooh! Que bonitinho parece que ele evoluiu bastante Rob e nem esperou tanto e já arrumou outra.

Casto: Ela é uma amiga que encontrei-

Roberto: Como estou feliz por você está aceitando as coisas garoto vem cá dá um abraço.

Casto não faz nada apenas deixa ele encostar, quando Roberto está bem perto Casto houve a palavra que ele parecia estar guardando "perdedor" ela ecoa nos ouvidos dele e depois Roberto volta para seu assento, a respiração dele ficou tão pesada que se ele não se concentrar na conversa é possível ouvi-la.

Casto: Estou feliz que vocês ainda estão juntos sinceramente não pensei que ia durar tanto.

Calisto: E eu não pensei que você ia conseguir um outro alguém até porque naquele dia você tava parecendo meio "quebrado" Talvez seu amigo gay tenha ti ajudado.

Casto: O Montie não é gay-

Roberto: Calma maninho a gente não tem preconceito nenhum por você ser bi sabe, quase todo mundo atualmente é, eu pertenço a linha depois do quase.

Casto: Eu acabei de falar que-

Calisto: A sua mãe disse que você saiu de casa depois que a gente terminou e agora tá vivendo num prédio abandonado, é verdade isso?

Casto: Por que ela te falou sobre isso?

Calisto: A sua mãe sempre gostou de mim talvez até mais que o próprio filho estranho dela, quer saber de algo engraçado que ela falou? Ela acha que você tá usando drogas.

Casto: Ei! eu não te dei o direito de falar ass-

Roberto: Que isso maninho essa vida não vale a pena, olha se você prometer parar com isso eu te dou ingressos para o meu jogo, na primeira fila, talvez.

Calisto: Viver em um prédio de merda até que vai, mas você ainda tem aquela tendência de não jogar o lixo fora como você tinha antes?

Casto: Não, não tenho, muito provavelmente ainda tem a cera com seu bigode que você tirou no meu quarto.

Um rosto vermelho de fúria é bastante visível, ela bate na mesa com tanta força que todos param pra ver o que tá acontecendo.

Calisto: Co-como ousa eu não acredito que namorei alguém como você!

Casto: Obrigado por roubar minha frase, você me fez perder bons 3 anos da minha vida e tempo de sono trabalhando, trabalhando meio período pra comprar a porra de um aliança pra você.

Calisto: Eu nunca disse que ia me casar, você que se adiantou demais e no fim achou que nosso relacionamento ainda era o mesmo.

Casto: É eu notei muito bem que não era o mesmo quando cheguei em casa e vi você sentando em outro cara.

Calisto: Haa! Deve ser muito legal ter um namorado que apenas dorme o dia inteiro, você mal se cuidava aposto que o nome banho fazia medo em você.

Casto: Deve ser porque eu passei todo o tempo mimando você, me sacrificando pra fazer você feliz, ouvindo a sua conversa de sempre "Eu vi um vestido novo, compra pra mim? Meus tênis do último mês estão desgastados e eu achei ótimos na vitrine, pode ir pra mim comprar uma nova calça mas não se preocupe todo mundo quer e o estoque é pequeno então vá as duas da manhã" sendo que eu trabalhava até as 12. É eu fui bastante idiota, nós dois talvez, eu demorei pra acreditar que você tava saindo com outro cara nas minhas costas. Você deixaria qualquer cara tocar na sua bunda se ele te paga-se algo não é-

Uma pancada com som de tiro e Casto estava no chão, Roberto deu um soco com tanta força que dava pra ver dois de seus dedos quebrados, o golpe foi tão forte que ele se levanta tremendo.

Roberto: Não se esforce de mais maninho, a gente sabe que é difícil mais você tem que entender a vida e saber que ela não roda sobre você. Em um momento ela pode te dar um soco que vai te derrubar então, então você vai ter que voltar para seu lugar quietinho.

Ele olha para todo o seu redor e vê pessoas conversando baixinho e os funcionários pasmos sem saber o que fazer, seu corpo manda ele revidar mas ele continua parado.

Roberto olha para a mão e vê os dedos quebrados, suor escorre de sua testa mas ele continua falando calmo "viu só eu me machuquei também, agora vamos fazer os nossos pedidos e ser civilizados tá bom"

Casto: ...

Ele passa quase um minuto sem falar nada e depois abre a boca

- Hum! eu perdi a fome, cara você tem um punho ótimo aposto que se largasse o futebol e virasse boxeador já teria uma carreira mundial, vou indo bom apetite para vocês dois.

Como se um feitiço fosse quebrado, tudo volta ao normal as pessoas voltam para seus lugares e os funcionários voltam ao serviço, os olhos dele estão tão escurecidos que ele parecia ter esquecido alguém sentado naquela mesa. Ele segue a passos largos para sair do shopping, quase como se quisesse correr até que sente duas mãos agarrar e puxar seu braço, seu corpo não parecia ter peso algum e ele cai com as costas no chão, reto, como se fosse ensaiado por um dublê olhando para cima ele vê o rosto que ele tinha esquecido.

- Oi.

Simples e sem graça ele fala enquanto se levanta.

Casto: Me desculpe mesmo por ter te esquecido lá, eu não sou esse tipo de pessoa e ainda foi eu que te convidou pra comer, sabe conheço um lugar legal pra comer bolinhos recheados são muito bons e eu pago.

Ele nem sequer esperou ela responder, e ela não quis falar nada apenas o seguiu segurando o seu braço.

Casto: Dois de leite com recheio de chocolate por favor.

Atendente: Aqui está, bom apetite.

Eles saem sem dizer nada, ela ainda está segurando o braço dele, ele morde o bolinho e todo recheio de chocolate derretido cai no chão, ele para e encarando por um momento abre a boca mas não fala nada então Nagisa finalmente começa a falar.

- Você realmente está bem?

Casto: Hm? Por que tá falando isso?

Nagisa: Porque o bolinho tá sangrando.

Casto: Nn-pfft-nhahahaahahahaha... Haha!

Ele ri até o peito doer e uma lagrima cai de seu olho.

Nagisa: Não foi uma piada engraçada.

Ele seca a lagrima com o dedo.

Casto: Foi mais que o suficiente para melhorar o meu humor, a quanto tempo você tá apertando meu braço?

Nagisa: Desde de que você começou a agir estranho.

Casto: Foi mal, sou péssimo com primeiros encontros, sou ruim com muitas coisas e talvez por isso eu acabo sempre me desculpando. Espero que pelo menos o bolinho esteja gostoso.

Nagisa: É muito bom mas eu ia preferir o hamburger mesmo. Tenho que ir, precisa de uma carona até sua casa?

Casto: Não, eu posso ir de taxi, mas me deixe te acompanhar até o estacionamento.

Vários carros esportivos, clássicos, luxuosos e espaçosos, de todas as classes possíveis que faz Casto se questionar qual seria o carro dela, notando isso ela desativa o alarme do carro e o barulho dele deixa claro aos olhos dele um mustang preto com listras douradas. O sorriso esnobe dela só não traz mais surpresa que as quatro sombras que saem de trás do carro.

- Então esse carro pertence a vocês – Disse um dos caras. - Ele é muito lindo sabe e com certeza um esportivo que corre rápido por que não empresta ele pra gente?

Casto: Sim, mas você sabe o caminho para o centro de reabilitação ou vai querer que eu dirija pra você?

O cara da passos leves enquanto os outros três o seguem e param na frente do carro, então ele encosta em Casto e toca uma faca em sua barriga.

- Ehehe! Nós sabemos dirigir então empresta a porra do ca-

Um golpe firme de faca da mão no pescoço do cara faz ele cai de uma maneira tão estranha que sua coluna parece quebrar, mesmo assim Casto começa a pisar com tanta força na cara dele que é possível ouvir o som dos ossos do rosto quebrando. Nenhum dos lados se move até Casto chutar o cara na direção dos outros.

Casto: Peguem o seu amigo e deem o fora daqui e talvez eu não chame os seguranças.

- A gente só tava brincando é trolagem carai, nós somos youtubers.

- É-é você caiu na pegadinha.

Um dos caras pega o amigo desmaiado e o levanta quando vê um calcanhar em direção de sua boca, o cara só vê atacar como a ação mais óbvia, mas ao errar seu soco aberto recebe um soco firme nas costela junto de uma joelhada no nariz. Por último ele segura o rosto do último cara sobre as costas do joelho dele e o manda para o chão usando toda a força.

- Cof-cof-cof...Es-espera ai...nn urg...você não disse que ia...nos deixar ir?

Casto: Eu menti.

Um pisão na cara com força o suficiente para o levanta do chão, com a cabeça esfriada e a dose de narcisismo em dia, ele volta a si. Ele acena para a câmera e dá sinal para os seguranças descerem, depois de alguns minutos eles chegam e escutam a história com um pouco de surpresa.

Casto: Agora eu tenho que ir, tenha um bom dia senhorita Nagisa, poderia soltar meu braço?

Nagisa: Esqueceu que eu te ofereci uma carona?

Casto: Não, mas eu falei que podia chamar um taxi.

Segurança: Você fez um trabalho e tanto rapaz, mas atos heroicos também são idiotas.

Casto: Um bom trabalho não é? Tão bom que merece um prêmio.

Segurança: Você já tem o melhor prêmio ai do seu lado.

Ela aponta para Nagisa enquanto dá um sorriso, toca no boné e sai caminhando.

Nagisa: Se sabe fazer isso tudo com as mãos por que não lidou com aquele jogador lá em cima?

Casto: Nem sempre usar as mãos para lutar é a solução mais sensata eu posso usa-las para fazer uma oferenda a satã e estragar a vida de casal deles.

Nagisa: Pfft-Ahahahee...

Casto: Não foi uma piada.

Nagisa: Mas foi o suficiente para mudar minha visão sobre você, vamos entra no carro pode deitar no meu colo se ainda estiver com humor ruim.

Casto: Eu não quero me aproveitar de você, nós dois passamos por situações que não são parecidas, mas afetam da mesma forma, alguém nos enganou e usou nossa boa vontade pra extrair algo nosso.

Mesmo que você não se lembre ainda tem um peso pra mim, me sentiria um cuzão de abusar de sua bondade.

Nagisa: Você mente bastante não é? Sobre sua personalidade, não se apresse e seja meu amigo, parece um bom negócio.

Casto: Negociante de primeira e já que você tá se sacrificando tanto pode cobrar com juros, mas por enquanto o seu capital não é suficiente para me fazer mudar de ideia então vou sentar no banco de trás... É uma piada sabe... Você é rica então talvez entenda bastante sobre contas bancarias e coisas do tipo, vou abrindo a porta dirija quando quiser.

Os dois entram no carro e saem na área comercial mais ativa da cidade, Greese Mol, é possível ver o metrô passando sobre os trilhos acima das ruas enquanto o sol da manhã reflete sobre os altos predios. Casto olha para aquilo impressionado, por estar olhando tudo aquilo com boas roupas, dentro de um mustang novo e com uma garota que o olha com surpresa a cada 5 minutos.

Nagisa: O que acha de me dizer como fez aquele movimento com a cabeça antes de tomar o soco e como aprendeu a lutar daquele jeito.

Casto: Oh! Como eu pude ser tão ingênuo de pensar que pessoas que fazem o bem podem existir, apenas um leve deboche. Quanto a cabeça eu apenas balanço da esquerda pra direita enquanto puxo a pele pra trás, assim eu não me mijo todo-aprender a lutar é algo essencial para uma cidade como essa, acredite em mim eu aprendi a lutar com alguém normal sem bolinhos do poder ou mágia que sai das mãos.

Nagisa: Isso sim é uma surpresa pra mim, obrigado por me salvar mesmo que não tenha sido necessário.

Casto: Sei bem você tava com a mão dentro da bolsa o tempo todo... Escuta você pertence a uma universidade de renome não é? Digamos que se quero entrar, quantos dígitos eu preciso ter na minha carteira?

Nagisa: Eu adoraria te indicar na minha universidade mas acho que 4 dígitos mensalmente não é algo que você vai ter.

Casto: Obrigado pela sinceridade sobre minha qualidade de vida, preciso de bastante dinheiro... Do tipo que eu consigo com as minhas próprias mãos.

Nagisa: Posso te perguntar apenas mais uma coisa?

Casto: Não eu não gosto mais dela, precisei de um tempo pra tomar essa decisão mas já tó pronto pra seguir meu destino sem pensar nela, você nem imagina quantas prostitutas vestidas de psicólogas sofreram para me levantar o ânimo.

Ele deita sobre os bancos do carro e tira do bolso um celular com a tela bem riscada.

Casto: Ei! Montie eu arranjei alguém com dicas para nossa nova aventura.

Montblanc:--Isso é bom, estou investigando por aqui agora, quem é esse alguém?

Casto: Uma liga estranha chamada de (sunssura) Cavaleiros ingleses disseram saber algo sobre você sabe o quê, na quarta-feira a gente pode se encontrar com ele.

Montblanc: Ótimo que você. Está tão preocupado em acabar com esses químicos safados.

Nagisa: Woah! Até você tem um celular, o que acha de me dar o seu número?

Ele toca o botão mudo da chamada por um momento

Casto: Claro eu que acabei me esquecendo, mas duvido muito você querer passar a noite ouvindo um cara fazer beat box.

Com um caneta de tinta removível ele escreve o número no vidro da porta do carro e depois volta a falar no celular.

--E o vencedor é o senhor Montblanc!

Casto: Ei! Montie o que aconteceu ai?

Montblanc Tenho que desligar rápido alguém invadiu e está chegando perto do lugar onde estou investigado.

Celular guardado no bolso e cartas de baralho em mãos.

Juri: Meus senhores mostrem suas mãos.

Luxen: 8,7,5 mas que merda só tenho 3, passo.

Ganac: 9,9,8 yuhaa! Podem ir me passando o dinheiro é impossível vocês terem algo melhor que meu 8.

Avari: Pass!

Montblanc: Não se esqueçam de mim e esse 9-4-5 aqui.

Juri: E o vencedor é o senhor Montblanc, mais 20 fichas azuis para ele.

Um homem de idade com roupas de classe do velho oeste e chapéu branco, Ganac.

- Quando eu secar o bolso de vocês vou comprar um cavalo novo para meu sobrinho.

Uma mulher loira usando vestido prateado brilhante e cachecol de raposa branca, Avari.

- Vou parar de tomar tequila isso tá me dando azar.

Um homem jovem barbado de smoking roxo um pouco desbotado, Luxen.

- Eu só ganhei uma até agora e foi a partida teste com uma ficha cinza.

E montblanc.

- Não se preocupem com a forma que vão me pagar, ei Luxen esse anel de ouro é verdadeiro? Você disse que veio de sua falecida mãe.

Os quatro estão sentados à mesa na presença do Juri, vestindo o smoking clássico preto e branco com luvas pretas.

Senhores espero que estejam dispostos a tentar sua sorte até porque no Baccarat não é o maior número que vence e não a chance de passar o número por isso "Encontre a soma que carrega o dinheiro, encontre a soma com o número nove" vocês precisam de 3 cartas e a soma precisa ter nove assim como 3+1+5 ou qualquer soma baixa, mas caso chegue a 10 não a porque se preocupar pois 1+0 é um certo? Assim como 18,1+8 é 9. No fim apenas coloque sua sorte no limite para consegui-lo e o dinheiro será seu.

O Juri embaralha as cartas e as batem sobre a mesa.

- Quase esqueci pois ninguém atravessou o valor das apostas mas fichas brancas valem 10 runas, cinzas 50, azuis 100, vermelhas 1000 e pretas 10,000 estejam cientes de qual ficha vão colocar no jogo.

A primeira ficha vermelha é colocada na aposta e ela veio de Ganac.

Ganac: Vamos lá jovenzinho, torne esse jogo mais sério.

Montblanc: Por que não? Ganhar dinheiro é o que importa para todos nós mesmo que um pouco sai das mãos em algum momento.

Outra ficha vermelha está no jogo, os outros fazem o mesmo e as cartas são jogadas.

Avari: Eu desisto por aqui nunca vi um azar tão grande de terminar com um 2' 7-4-9

Luxen: 8!!! Nhahaha! Por que não me passam logo o dinheiro e saem' 1-3-4.

Ganac: Talvez por eu ter um 9 meu chapa'9-2-7.

As cartas são postas na mesa fazendo a pele amarela dele ficar branca e suor cair de sua testa.

Montblanc: Então isso é um empate, vamos ter que dividir o cavalo' 2-3-4.

Juri: Foi um empate então metade do prêmio vai para os números mais altos.

Ganac: A sorte não parece estar sorrindo o bastante ou a única coisa que vejo é um sorriso amarelo ingrato, Juri deixe-me adicionar algumas coisas.

Juri: De acordo, eu sou todo ouvidos.

Ganac: Faça dois montes de cartas um com cartas abaixo de 5 e outra com cartas acima de cinco, claro como só tem 9 números o 5 fica nas cartas mais altas. Cada um tem seu turno para escolher se quer uma carta alta ou baixa, seus turnos acabam quando tiver as 3 cartas. Isso torna a sorte ainda mais necessária não é?

Juri: Parece interessante todos os jogadores estão de acordo com a mudança de regras?

Montblanc: Aceito.

Luxen: Com certeza eu aceito.

Montblanc: Mas eu quero outra regra, só pode jogar fichas pretas.

Todos param por um segundo e encaram, em pouco tempo várias pessoas estão em volta do baccarat modificado.

Ganac: Como poderia negar agora que você chamou uma multidão. Eu acho que vou comprar um rancho ao invés de somente um cavalo, aceito a regra.

Luxen: E-e--eu também aceito, estou no jogo.

As cartas são embaralhadas e divididas em dois montes de cartas, Ganoc começa escolhendo.

'Uma carta baixa' 4

Montblanc:Me dê uma carta baixa também, 1.

Luxen: Uma alta'6.

Ganoc: O jogo não parece bom o suficiente então vou por mais uma ficha preta aqui, me dê uma carta alta'4-5.

Montblanc: De fato mas não posso me arriscar tendo apenas um número tão baixo não é? Uma alta'1-7

Luxen: Juri, me vê mais uma alta também'6-5.

Ganoc: Vou me arriscar então 3 fichas pretas e é tudo que eu tenho, juri me entregue mais uma alta'4-5-6.

Montblanc: Tudo que eu tenho então, duas fichas pretas, quero mais uma alta'1-7-8.

Luxen: Eu er... Uma baixa-quer dizer quero mais uma alta'6-5-9.

Montblanc: Belo dois ficou perto de ganhar, mas...juri?

Juri:'O vencedor é o senhor Montblanc.

54 mil runas feitas em uma tarde por um jovem de 19 anos, algumas pessoas ficam espantadas e outras aplaudem. Ganoc estica a mão pedindo um comprimento a ele.

- Foi um bom jogo rapaz, meu sobrinho vai ter que esperar um pouco mais para ganhar um cavalo premiado, mas é melhor que nada.

Apenas uma alma não tão caridosa parece estar inquieta com a situação e esse é Luxen.

- Vo-vo-cê roubou T-enho certeza disso ...Um ladr-ãozinho qualquer querendo pegar o que é meu - Algo metálico na cor prata brilhante sai do bolso do seu smoking, uma magnum .45 de cano longo tocando a testa de Montblanc. As pessoas ficam chocadas e ele levanta as mãos.

Juri: Me desculpe senhor, mas se fui eu que embaralhei não teve a possibilidade de nenhum dos jogadores roubar.

O cano da arma muda de direção mirando agora no velho homem.

Luxen: Então foi você quem o ajudou a pegar meu dinheiro.

Duas mãos agarram o braço segurando a arma e um chute na cara é mais que o suficiente para coloca-lo para dormir.

Montblanc: Existem momentos que as mãos devem ser usadas para resolver problemas, mesmo que na base da porrada.

As pessoas aplaudem a ação dele e o agressor é jogado para fora do cassino, o negócio não é legal o suficiente para poder chamar a polícia.

Dois dias depois Montblanc está no velho alojamento de Casto e o próprio esta deitado em um sofá velho remoendo palavras.

Casto: Nrrrg! minha vida é uma merda.

Montblanc: Não fala isso, reza a lenda que se você repetir essa frase 3 vezes e dá um pulinho a defesa social do fairybook vem visitar a sua casa só pra falar como a vida dos africanos é pior.

Casto: Tem quanto de dinheiro sobrando? Eu acabei dando mais da metade para meus pais.

Montblanc: Eu não gastei o meu e até tive sorte de encontrar algumas notas no chão, mas e quanto aos caras que a gente ia falar, espero não ter que conversa com um gringo metido a besta que cospe no chão ao ver cada preço daqui.

Casto: Não se preocupe com isso até porque a gente vai falar com um rato.

Ele puxa uma maleta preta que estava escondida em baixo de um armário velho.

Montblanc: Espere essa ai não é a maleta de químicos, não me diga que você tá entrando nessa mesmo-nem no pior pesadelo você ia querer usa essas coisas, poderia ser que...vai usar isso como moeda de troca não é?

Casto: Mais que exato, eu sequer toquei nessa coisa apenas abri naquele dia para ver o conteúdo e dei sorte de achar um desses escrotos negociando em um beco, bem ele me confundiu com um usuário, mas se a gente pegar a informação vai valer a pena, vamos temos meia hora sobrando.

A área mais antiga da cidade na questão de valor histórico, casas de burgueses dá mais de cem anos atrás, um museu de arte e uma grande biblioteca, mas entre essas casas em um beco onde quase nada é visível por conter um varal de roupas brancas está um homem magro de cabelos cacheados grandes, com camisa xadrez azul e branco e jeans rasgado. Sentado em um golf quadrado de 98 na cor verde.

Negociante: Demorou bastante cade o conteúdo hein?

Casto: Tá tudo na maleta, mas o que acha de passar a informação necessária primeiro, se valer a pena você fica com o prêmio.

Negociante: Não brinca comigo meu colega, eu to aqui embaixo de sol tendo a chance de pegar câncer só pra poder alimentar minha família e você vem com essa querendo me passar a perna.

Casto: O que você tem no carro deve dar bons 5 anos de prisão, mas como o que eu tenho aqui é forte tenho certeza que pode virar um 10 e a gente tem carta branca da polícia para fazer o que preciso por esses detalhes então que tal abrir a boca só um pouquinho.

Negociante: Já que você usou tanto amor e carinho para ganhar minha generosidade eu vou abrir mão de tudo. Eles a chamam de crado-cintila, eu já usei, mas não vi efeito algum então pensei que era falso até entregar pra minha esposa sem ela saber hehehahehaa!

Montblanc: Fala logo o que aconteceu.

Comerciante Ah! me desculpem, ela começou a parecer uma zumbi, primeiro ela não fazia nada e de começo eu não liguei até ficar com fome e dizer a ela, normalmente ela fala ‘’ Vai se fuder seu desempregado sujo, se for pra prisão eu vou parar no humor françês’’ Mas dessa vez ela fez tudo sem nem abrir a boca.

Montblanc: Mas você pode ter pego ela de bom humor graças ao efeito da droga não é?

Negociante: Eu também pensei isso, mas antes ela estava parada por duas horas no mesmo lugar onde tomou a dose e só quando falei que ela se moveu. Se vocês acham que não é estranho ela até fez sexo comigo sendo que uma vez eu trouxe um químico ativador de primeira e ela preferiu fazer sexo com o cachorro ao invés de mim, você não sabe a dificuldade de desgruda-la de lá. Eu queria obter mais então me ofereceram o trabalho de revender e eu acabei aceitando, disseram para eu ir lá no sábado pegar umas mercadorias, o cara que comanda tudo é um tal de Theseus os outros que vi lá são estranhos. Eu não sei bem quantas pessoas guardam o local mas é avenida blacktail prédio 205z ele tem 3 andares, todos eles são de escritório então a divisão é bem pequena. Isso é tudo que sei.

Casto joga a maleta para ele enquanto os dois saem do beco, o negociante se impressiona com a quantidade de doses de luxo que tinham na maleta.

Casto: Você vai fazer 5000 fácil com esse lixo agora é melhor sair daqui também, antes que a guarda te prenda ...Montie como vamos fazer pra confirma o número de guardas?

Montblanc: Um certo alguém deve saber bastante sobre esse lugar.

Com os sons de tecla de números virtuais no celular ele liga para o Humor francês.

Atendente: Boa tarde você está na linha eróticas com as melhores especialistas da área, sua mulher nunca vai saber, com quem o senhor quer falar?

Montblanc: Com Alexandria La Grand se possível.

Atendente: Entendido senhor espere um pouco na linha, se sua mulher perguntar fale que tá perguntando ao médico quanto custa a remoção do chifre esquerdo.

Em alguns minutos Alexandria está na linha.

--Hmmm! Meu gostoso eu consigo imaginar várias formas de satisfaze-lo, mas a grande rainha vai deixar você escolher algo que lhe agrade primeiro owwnn--

Montblanc:Se você parar com esses gemidos estranhos já ajudam 90% na minha chance de não ficar inativo sexualmente, desligar o telefone ajuda 100% mas eu preciso de sua informação.

Alexandria: Eu não sei mais nada apenas me deixe trabalhar em paz.

Montblanc: O nome da droga é crado-cintila, tem suspeita de produção na rua blacktrail no prédio 205z.Tem mesmo certeza de que não sabe de nada?

Alexandria: ...Sim é o centro de produções e o que tem com isso?

Montblanc: E como funciona a segurança lá à noite? Preciso se a produção acabar o caso também vai ser fechado. É a sua chance de nunca mais nos ver.

Alexandria: ...Eles...São mais trabalhadores do que seguranças, no máximo 2 a 3 guardando a mercadoria.

Montblanc: 'Considere-se livre'

Informação adquirida, eles se dirigem para a rua mais perto da costa. É possível ver um restaurante de praia e um grande piso de madeira com mesas e cadeiras para atendimento a céu aberto no fim da rua.

Casto: Beleza a gente chegou, mas e agora, pode ter caras armados aqui, dois ou mais.

Montblanc: Pegue isso, eu vou usar algum cano de ferro ou pedaço de madeira, se for muito complicado a gente corre.

A cor prateada e o cabo de madeira não mentem, o tambor é grande, mas só tem 6 espaços. Uma magnum .45 nova.

Casto: Onde achou isso, eu não vou segurar, mas se a coisa ficar difícil use-a.

Ele dá um pontapé na porta e os dois correm para dentro encostando na parede e a única coisa que veem é um homem sentado em um sofá lendo jornal enquanto ouve música nos fones de ouvidos, do seu lado tem um bastão de baseball. Montblanc chega por trás do sofá e dá uma gravata no pescoço enquanto da leves tapas na cabeça e sussurra ‘’ você trabalhou demais durma um pouquinho’’

Casto pega o taco e eles entram na próxima porta e são recebidos por dois homens armados, tiros que acertam a parede e quebra um jarro com flores exóticas, eles jogam uma mesa metálica de atendimento no chão e se deitam.

Casto: Algum tiro acertou você?

Montblanc: Tem algo de errado com esses caras eles estão atirando para todo lado.

com o som de *click* eles param de atira, as armas estão descarregadas. Casto salta sobre a mesa e joga o bastão na cabeça de um dos atiradores, Montblanc o segue e joga o outro contra o chão. Ao lado dos dois caídos tem uma escadaria, acima é um salão grande e vazio com três homens segurando garrafas pet com gasolina, o primeiro risca o isqueiro sobre o pano seco e o joga sobre os dois que desviam e o fogo se espalha cobrindo o caminho para descer, o segundo faz o mesmo o joga sobre o piso de madeira iniciando um incêndio a passagem para o outro lado está coberta com tábuas de madeira.

Casto avança para o incendiário batendo em sua perna com o bastão e depois acertando a cara com a ponta do bastão, Montblanc ataca com um chute lateral aéreo jogando o outro contra a parede. O último incendiário está em estado de choque segurando o vaso de gasolina aceso que logo estoura, ele pega fogo e começa a rola no chão, mas é salvo por Casto que apaga suas chamas com o taco. Eles usam peças de suas roupas para apagar o fogo e pela falta de algo para quebrar as tábuas um incendiário os ajuda como aríete humano.

Casto: Cof cof...ahh! Esses caras não estão magros de mais para químicos?

Montblanc: ...A oof! Gente não tem tempo pra verificar isso seus gostos sexuais...ficam pra depois.

O último andar é a área onde guardam as coisas, várias caixas estão sendo enchidas com a droga os homens são ainda mais magros do que os de andares mais baixos.

Empacotador: M'la...odno...xshlo hakda.

Casto: Tá invocando o Cutulo mano?

Ele colapsa no chão, Casto vai ajuda-lo, mas ouve uma voz familiar no fim da sala.

Cafetão: Ora se não é o usuário casca grossa e seu amigo salva vidas.

Uma Uzi está mirada neles, atrás do cafetão está uma mesa de madeira com várias notas, folhas e uma pasta vermelha destacável

Casto: É o cafetão!

Cafetão: Quê?

Montblanc: Você deve ser o dono do estabelecimento, Theseus certo?

Theseus: Não me diga que vieram até aqui só pra roubar minha mercadoria...não tenho os melhores serviçais, mas me garanto muito bem sozinho, acredite em mim vocês não vão sair vivos. Eu escutei que vocês viriam aqui, mas não pensei que chegariam tão longe.

Casto: Ei! Montie a gente tá fudido não é?

Montblanc: Ainda não.

Ele volta a mirar em Casto enquanto sorri de forma distorcida.

Theseus: Foi um belo golpe que você me deu da outra vez, o que acha de uma luta se me vencer eu deixo vocês irem embora com talvez uma caixa.

*boom* como o som de um canhão sendo usado três vezes, Theseus se ajoelha, é possível ver sangue escorrendo de suas pernas e a arma caiu de sua mão, um tiro em cada joelho e um destroçou a mão dele. Fumaça aparece ao lado de casto e ela vem da mão de Montblanc, o tambor da arma parece respirar enquanto solta fumaça branca.

Montblanc: Me desculpe, mas não gosto de apostas que não posso ganhar.

A polícia foi chamada junto da imprensa, Todos os seus ajudantes eram imigrantes escravos. Theseus foi preso sem fazer nada levado em uma maca direto para a ambulância.

Casto: Tem algo que eu to me perguntando a um tempo, Montie vamos fazer visita a um presidiário.

Montblanc: Para que visitar o Leslie, não acabamos com tudo por aqui?

Casto: Quero apenas perguntar uma coisa.

Ainda naquela noite eles vão para a prisão e pedem para fazer uma visita especial e junto do policial que os convocou eles ganham passe livre por lá. Na sala de visita dividida por um vidro blindado está os três e Leslie.

Casto: Espero que esteja se divertindo aqui dentro mas não se preocupe graças a nós sua pena vai ser diminuída.

Leslie: A Alexia está bem?

Casto: Sim, agora me responda por que escolheram a Nagisa, o líder de seu negócio sujo já foi preso então qualquer ação sua vai apenas diminuir mais o tempo de prisão.

Montblanc o encara por um tempo quando houve ele falar da vítima.

Leslie: O líder? Mas a gente sempre chamava de Alquimistas, eu ouvi um cara mais ligado ao grupo que disse que eram 3 chefões.

Casto: Puta merda.

Montblanc: POLICIAL LIGUE PARA A IMPRENSA RÁPIDO! Mande todos eles excluírem nossos rostos das imagens, distorcerem a voz e colocar mosaicos nos vídeos.

Policial: M..ma-mas era assunto de pri-pri-meira...eu não sabia que-que.

Casto: Precisamos ir para o prédio agora!

Em alta velocidade dentro do carro da polícia eles chegam ao velho prédio de Casto, com fechaduras enferrujadas, encanamentos ruins, rachaduras nas paredes e cheia de móveis velhos. Um lugar que antes foi abandonado por conta de assassinatos agora estava diferente com uma grande quantidade de chamas.

Casto: Merda! Merda! Merda! Eles acharam a gente.

Montblanc: Vai querer se esconder em algum lugar? Eu posso te pagar uns dias em um Hotel se você não for ficar no dojo do professor ou na casa dos seus pais.

Casto: Não posso por tantas pessoas em risco.

Ele tira o celular do bolso.

--...Ligou para fazer beat box?--

- Preciso de algo importante de você, um quarto pequeno e escuro com espaço apenas para o colchão.

Nagisa: Eu posso arrumar fácil, pode vim hoje se quiser já sabe o endereço, mas vai ter que me mostrar o beat box enquanto eu fico do outro lado da porta.

Casto: Eh! Era brincadeira quanto ao beat box, uma noite vai ser mais que o necessário para mim. Está mais que na hora de trabalhar a sério, desligando aqui boa noite.

Montblanc: Acabou? Já tenho ideia do que a gente vai fazer amanhã.

Casto: Sim, um certo alguém quebrou nosso jogo e eles queimaram minha casa e levaram tudo que eu tinha, policial vai dar pra consertar tudo certo.

Policial: Sim, senhor tudo no seguro.

Casto: Eles abusaram da minhas boa vontade e depois foram embora, que nem criança criada pela vó. Montie vamos fazer essa merda a sério.

Montblanc: Isso não fez sentido, mas você tem um pouco de razão, vamos caçar alguns bandidos! 

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