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Esqueceu a Senha?

Capítulos (2 de 13) 01 Apr, 2024

011 - Aquarela

Henri conduziu Joan até um mercado espaçoso, onde os corredores estavam repletos de uma infinidade de produtos. Joan examinou os itens restantes em sua lista, cuidadosa em não esquecer nada.

"Você é alérgico a mais alguma coisa?" Joan perguntou, com um sorriso brincalhão.

"Não", respondeu Henri, com um tom descontraído.

 "Tem certeza? Não quero matar meu único namorado."

"Tenho sim.", Joan riu, enquanto observava Henri examinar os chocolates. 

"Então, só não farei camarão", ela brincou, vendo-o devolver as embalagens.

"Você pode levar os bombons se quiser. Eu sei que não posso comer", sugeriu ela.

"Não eram para mim. Eu pretendia fazer um agrado para você, mas ia acabar te matando", explicou voltando a examinar outras opções. "Tudo aqui tem amendoim.", Joan assentiu, reconhecendo o problema. 

"Tem uma marca que posso comer, mas ela é cara."

"Por favor, compartilhe comigo essa informação", pediu Henri, curioso.

"É um meio amargo vegano, da Callebaut", revelou Joan, localizando um pacote na prateleira. "Esse aqui, mas eu costumo pegar o pacote menor, parece que não tem mais."

"Parece seguro", concordou Henri, colocando a embalagem no carrinho. Ele olhou para Joan com gratidão.

"É muito chocolate", comentou ela, observando a crescente quantidade de itens no carrinho.

"Parece que vou ter de aderir a esse também. Afinal, existe uma coisa chamada contaminação cruzada. Se eu comer amendoim e te beijar, vou te causar uma crise alérgica", explicou Henri com um sorriso encantador.

"Nós já nos beijamos antes e nunca aconteceu nada", brincou.

"Porque eu não tinha comido nozes ou nada do tipo", respondeu Henri, rindo.

"E o bolo do outro dia?"

"Joguei fora", admitiu Henri, enquanto continuava a colocar os itens da lista no carrinho. Joan notou os preservativos e passou reto, enquanto Henri ria.

Joan avistou um conjunto de panelas em uma prateleira superior e tentou alcançá-lo sem sucesso. Ela olhou para Henri, pensativa, antes de decidir abordá-lo.

"Hey, Henri", chamou, puxando-o gentilmente pelo braço.

"Sim, Joan?", respondeu Henri, virando-se para ela com um sorriso acolhedor.

"Pega para mim. Por favor", pediu Joan, apontando para a caixa no alto da prateleira.

Henri ergueu os braços, prontamente pegando a caixa para ela, antes de colocá-la cuidadosamente no carrinho.

“Prontinho, senhorita”, Henri anunciou com um sorriso, enquanto colocava os itens no carrinho e começava a empurrá-lo. Joan continuava a fazer suas compras, selecionando cuidadosamente as frutas enquanto Henri se juntava a ela, pegando algumas erroneamente.

“Essa não. Aquela ali”, Joan apontou, orientando Henri enquanto ele ajustava sua escolha. “Isso”, ela confirmou, provocando um sorriso em Henri.

“Quanto mais enrugado, melhor, é isso?” ele perguntou, demonstrando sua inexperiência em selecionar frutas.

“Sim. Nunca comprou frutas antes?” Joan questionou, surpresa.

“Treinei a vida toda apenas para te encontrar, nunca me foi permitido chegar perto de uma cozinha. O pouco que aprendi foi caso eu precise viver na floresta por um tempo”, explicou Henri, revelando um pouco de sua história.

“Entendi”, respondeu Joan, compreensiva. Ela então se aproximou dele, explicando pacientemente como escolher as mangas, enquanto Henri a abraçava com uma mão, absorvendo cada palavra com atenção. Joan sorriu para ele, encontrando seus olhos com ternura.

“O que foi?” ela perguntou, corando levemente. “Você está me encarando.”

“Estava prestando atenção no que estava dizendo”, respondeu Henri, sorrindo. “Mas eu não escutei nada do que disse sobre as mangas”, ele admitiu, provocando uma revirada de olhos divertida de Joan.

“Você é muito distraído, sabia”, comentou Joan, com um tom brincalhão.

“A culpa é sua, estava olhando para os seus lábios”, Henri confessou, tocando-os com os dedos suavemente, antes de serem interrompidos por um casal idoso que se aproximou deles.

“Desculpa interromper. Mas vocês são um casal lindo”, o senhor elogiou, sorrindo calorosamente.

“Obrigado, senhora”, respondeu Henri, com gratidão, enquanto Joan corava, apreciando o elogio inesperado.

“É tão raro hoje em dia ver um casal jovem fazendo compras juntos, ainda mais com todo esse amor”, comentou a senhora, observando-os com carinho. Henri corou levemente diante do elogio.

“Você é muito sortuda, se casou com um homem tão lindo e protetor”, acrescentou a senhora, dirigindo-se a Joanne.

“Obrigada, senhora. Mas na verdade, eu que sou sortudo por ter uma princesa como minha companheira”, respondeu Henri, sorrindo docemente para Joanne. A troca de olhares apaixonados entre o casal não passou despercebida pela senhora, que se afastou com um sorriso caloroso.

Henri voltou sua atenção para as frutas, rindo suavemente. “Ela pensou que fôssemos casados”, comentou.

“Você também não fez questão de desmentir”, observou Joanne.

“Por que eu faria isso?” Henri questionou, colocando as frutas no carrinho antes de se aproximar dela.

“Porque não somos casados. Essa é a verdade”, respondeu Joanne, mantendo um tom leve.

“E você se casaria comigo? Se fosse uma situação diferente da atual?”, Henri perguntou, com um brilho travesso nos olhos.

“Aceitaria um pedido de namoro primeiro”, respondeu Joanne, sorrindo.

“Nunca fiz isso, né?”, Henri ponderou.

“Não, você não fez”, confirmou Joanne.

“Preciso reparar esse erro. Mas não aqui. A propósito, pensei que vocês francesas não ligassem para pedidos de namoro”, observou Henri, mudando de assunto.

“Não sou francesa. Sou alemã”, corrigiu Joanne com um sorriso.

“Na verdade, você é uma Goreana e lá nós fazemos um pedido de casamento. Não de namoro”, Henri lembrou, também sorrindo enquanto os dois continuavam suas compras, compartilhando pequenos momentos de intimidade e cumplicidade.

No apartamento, após as compras, Joanne segue sua rotina de trabalho enquanto Henri vai até uma loja e compra um aparelho de TV. De volta ao apartamento, eles guardam juntos as compras, e Joanne deixa as panelas em cima da mesa. Mais tarde, Henri percebe que está atrasado e se apressa para a faculdade, onde encontra Joanne no local combinado.

"Você se atrasou", ela o repreende suavemente quando ele chega.

"Me perdoe", responde Henri, tocando sua mão enquanto se aproxima para dar-lhe um selinho.

De volta ao apartamento, eles instalam a nova TV juntos e Joanne conecta o aparelho de filmes, escolhendo um título para assistir. Enquanto assistem ao filme, Joanne se aconchega no colo de Henri, que faz carinho em sua cabeça.

"Assim eu vou dormir", ela murmura tranquilamente.

"Não duvido", ele responde, sorrindo para si mesmo enquanto ela não está olhando. Continuam assistindo ao filme juntos, e em um momento de intimidade, Joanne acaricia a coxa de Henri, que começa a sentir-se excitado.

"Era sua intenção alugar um VHS erótico?", ela brinca, notando sua reação.

"Nem um pouco", responde Henri, tentando disfarçar seu constrangimento. Mas Joanne percebe sua excitação crescente e decide agir. Ela se aproxima, sentando-se em seu colo, e ele fecha os olhos, suspirando.

"Você está excitado", ela observa, pegando sua mão e levando seus dedos à boca, chupando-os provocativamente. Henri engole em seco, sentindo-se cada vez mais ardente.

"Puta merda", murmura Henri, segurando o quadril dela e a puxando para mais perto. Joanne ri suavemente enquanto o beija, sussurrando em seu ouvido.

"Não precisa ter penetração, a gente usa as mãos", ela sugere, tocando-o por cima da calça e abrindo seu zíper. Henri a puxa para um abraço mais apertado enquanto ela o excita ainda mais.

No calor do momento, eles se entregam ao prazer mútuo, explorando-se intensamente. Henri a coloca no sofá, ficando por cima dela, e ela geme de prazer enquanto ele a estimula. Os toques sensuais os levam a uma paixão ardente e, finalmente, Henri a pega no colo e a leva para o quarto.

"Este não é meu quarto", Joanne comenta, percebendo a mudança.

"Nem sempre precisamos seguir as regras", Henri responde, sorrindo enquanto a deita na cama e se junta a ela, mergulhando em um mundo de intimidade e desejo compartilhado.

Na manhã seguinte, Henri desperta ao lado de Joanne, que está dormindo serenamente. Decidido a surpreendê-la, ele se levanta e vai até a padaria local, onde o aroma de croissants frescos o envolve. Henri escolhe alguns e volta para casa, com um sorriso no rosto.

Ao entrar, encontra Joanne na cozinha, preparando café. Seus olhos se encontram em um instante de cumplicidade.

"Bom dia, Henri", cumprimenta Joanne, com um brilho nos olhos.

"Bom dia, Joanne", responde Henri, se aproximando para beijá-la suavemente antes de tomar um gole de café. "Não trabalha hoje?"

"Não. Mas queria sair um pouco se não for problema. Queria pintar ao ar livre", explica Joanne, com animação.

"Tudo bem. Eu te levo", oferece Henri, prontamente.

"Obrigada", agradece Joanne, com um sorriso grato.

Juntos, eles partem para um local mais isolado, onde Joanne pode desenhar e pintar enquanto Henri relaxa com um livro na toalha estendida sobre a grama. O tempo parece passar em câmera lenta, enquanto eles desfrutam da tranquilidade da natureza e um do outro.

Após uma manhã repleta de tranquilidade e inspiração, eles fazem um piquenique improvisado, compartilhando risadas e conversas íntimas.

"Obrigada por me trazer", expressa Joanne, olhando para Henri com gratidão.

"Não posso mantê-la trancada naquele apartamento para sempre", responde Henri, sorrindo afetuosamente enquanto a abraça, sentindo-se feliz por compartilhar momentos tão especiais com ela.

Após um momento de calmaria compartilhado entre Henri e Joanne, uma figura estranha irrompe, lançando um ataque surpresa. Joanne, instintivamente, ergue um escudo protetor ao redor deles, enquanto Henri se posiciona para enfrentar a ameaça. Com agilidade e determinação, ele defende Joanne, bloqueando os ataques e contra-atacando a invasora. Apesar da tensão do confronto, conseguem emergir vitoriosos, embora Joanne desmaie em seus braços exausta.

Preocupado, Henri carrega Joanne para casa e a examina para garantir sua segurança. Quando ela desperta, confusa e assustada, Henri a conforta, garantindo-lhe proteção. Juntos, eles discutem o incidente e as implicações do vínculo mágico entre eles.

"Você precisa treinar sua magia...", comenta Henri, ciente da importância de Joanne desenvolver suas habilidades.

"Existe alguma escola para isso?" pergunta Joanne, procurando orientação para seu treinamento.

Henri menciona a existência de uma escola de magia, mas ressalta a importância de Joanne dominar os conceitos básicos primeiro.

"Você não poderia me ensinar?" indaga Joanne, confiante na capacidade de Henri.

Henri concorda, comprometendo-se a ajudá-la em seu treinamento. No entanto, ele reconhece a necessidade de encontrar um local adequado para praticar feitiços.

"Por favor, me treine então", solicita Joanne, determinada a aprimorar suas habilidades.

Henri sorri, prometendo dedicar-se ao treinamento de Joanne. Juntos, eles enfrentarão os desafios que surgirem, fortalecendo seu vínculo e suas habilidades mágicas ao longo do caminho.


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